
calor registrado de 39°C em Santa Catarina, em pleno inverno, levou banhistas a encherem algumas praias do Estado. O clima seco ainda fez com que a umidade relativa do ar marcasse 22% em Campos Novos, cidade localizada a cerca de 360 km de Florianópolis.
Na capital, muitos banhistas procuraram as praias da cidade para se refrescar. Depois de uma manhã com a temperatura um pouco mais amena, os termômetros chegaram a marcar 32,6°C no período da tarde e a umidade do ar chegou ao índice de 40%, segundo a estação meteorológica do Centro de Informações de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia de Santas Catarina (Epagri-Ciram).
"A primavera está chegando e já começa a dar para curtir uma praia", disse a professora Luiza Viviani Osório, 29 anos, que trabalhou pela manhã e resolveu tomar um banho de mar na Praia Mole durante a tarde. "Meu marido vem me pegar aqui e acho que vai aproveitar para mergulhar um pouco".
A temperatura ainda chegou aos 39°C em Criciúma, no sul do Estado, e 35ºC em Joinville, no extremo norte. De acordo com os meteorologistas do Ciram, a temperatura deve cair cerca de 10°C nesta quinta-feira, devido à passagem de uma fria que irá atuar no Sul do País até o próximo sábado.
ChuvasLevantamento divulgado pelo Epagri/Ciram mostra que o mês de julho registrou o mais baixo índice de chuvas dos últimos anos no Estado. Em algumas cidades, como Urussanga, distante cerca de 200 km ao sul de Florianópolis, o mês foi o mais seco desde 1924, quando as medições tiveram início.
Nos últimos 30 dias, o volume acumulado de chuvas não passou de 14,2 mm. Em São Joaquim, uma das localidades mais frias do País, não se registrava um mês tão seco há 49 anos: o índice chegou a 53 mm de chuvas, o menor desde 1959.
Na capital catarinense, o volume de chuva atingiu apenas 9% do que era esperado para o mês. Foi o julho mais seco desde o ano 2000. "A tendência, pelo menos nessa primeira quinzena de agosto, é seguirmos com dias de poucas chuvas substanciais e temperaturas atípicas para o verão", afirmou a meteorologista Francine Gomes.
Além do tempo seco, o mês foi marcado por temperaturas elevadas e baixo índice de umidade relativa do ar. Em alguns dias, os termômetros beiraram os 30°C em várias cidades e a umidade chegou a apenas 7% em Videira, localizada a 365 km da capital.
"As chuvas se formam no Rio Grande do Sul, mas se desviam para o oceano devido a um bloqueio atmosférico na que atua na região", explicou a meteorologista, destacando que um frio mais intenso deve ser registrado neste final de semana. "Nessa primeira quinzena, existe a possibilidade de chegada de duas frente frias, que terão pouca duração e não devem modificar o quadro".
Apesar do mês atípico, o número de turistas que visitou as cidades da região serrana de Santa Catarina à espera de ver neve não apresentou queda. "Tivemos cerca de 80% de nossos leitos ocupados no mês de julho", disse o secretário de Turismo de Urubici, Sérgio de Lima. "Lógico que a falta de frio e de neve frustou os visitantes, mas se nevasse como em outros anos não teríamos lugar para todo mundo".
Na capital, muitos banhistas procuraram as praias da cidade para se refrescar. Depois de uma manhã com a temperatura um pouco mais amena, os termômetros chegaram a marcar 32,6°C no período da tarde e a umidade do ar chegou ao índice de 40%, segundo a estação meteorológica do Centro de Informações de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia de Santas Catarina (Epagri-Ciram).
"A primavera está chegando e já começa a dar para curtir uma praia", disse a professora Luiza Viviani Osório, 29 anos, que trabalhou pela manhã e resolveu tomar um banho de mar na Praia Mole durante a tarde. "Meu marido vem me pegar aqui e acho que vai aproveitar para mergulhar um pouco".
A temperatura ainda chegou aos 39°C em Criciúma, no sul do Estado, e 35ºC em Joinville, no extremo norte. De acordo com os meteorologistas do Ciram, a temperatura deve cair cerca de 10°C nesta quinta-feira, devido à passagem de uma fria que irá atuar no Sul do País até o próximo sábado.
ChuvasLevantamento divulgado pelo Epagri/Ciram mostra que o mês de julho registrou o mais baixo índice de chuvas dos últimos anos no Estado. Em algumas cidades, como Urussanga, distante cerca de 200 km ao sul de Florianópolis, o mês foi o mais seco desde 1924, quando as medições tiveram início.
Nos últimos 30 dias, o volume acumulado de chuvas não passou de 14,2 mm. Em São Joaquim, uma das localidades mais frias do País, não se registrava um mês tão seco há 49 anos: o índice chegou a 53 mm de chuvas, o menor desde 1959.
Na capital catarinense, o volume de chuva atingiu apenas 9% do que era esperado para o mês. Foi o julho mais seco desde o ano 2000. "A tendência, pelo menos nessa primeira quinzena de agosto, é seguirmos com dias de poucas chuvas substanciais e temperaturas atípicas para o verão", afirmou a meteorologista Francine Gomes.
Além do tempo seco, o mês foi marcado por temperaturas elevadas e baixo índice de umidade relativa do ar. Em alguns dias, os termômetros beiraram os 30°C em várias cidades e a umidade chegou a apenas 7% em Videira, localizada a 365 km da capital.
"As chuvas se formam no Rio Grande do Sul, mas se desviam para o oceano devido a um bloqueio atmosférico na que atua na região", explicou a meteorologista, destacando que um frio mais intenso deve ser registrado neste final de semana. "Nessa primeira quinzena, existe a possibilidade de chegada de duas frente frias, que terão pouca duração e não devem modificar o quadro".
Apesar do mês atípico, o número de turistas que visitou as cidades da região serrana de Santa Catarina à espera de ver neve não apresentou queda. "Tivemos cerca de 80% de nossos leitos ocupados no mês de julho", disse o secretário de Turismo de Urubici, Sérgio de Lima. "Lógico que a falta de frio e de neve frustou os visitantes, mas se nevasse como em outros anos não teríamos lugar para todo mundo".
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